Foram 8 dias, entre 12 e 19 de Julho, que deram lugar a mais de 1.250 fotografias de uma viagem inesquecível que teve como destino a cidade de Reiquejavique, capital da Islândia, e algumas das atracções naturais mais relevantes do sudoeste do país. Tudo foi programado para que houvesse a convergência de datas, desde a aprovação do casamento civil entre pessoas do mesmo sexo, a marcação do nosso e as férias laborais de Verão de cada um de nós. Porém, o nosso casamento foi adiado, mas as datas desta viagem foram mantidas. É dela que queremos partilhar uns quantos momentos (em imagens que quase não foram editadas), se bem que sejam muito poucos no tanto que haveria para mostrar, para contar e (mais ainda) para descobrir:

Sólfar (Viajante Solar), um monumento ao fundador de Reiquejavique

Patos e gansos selvagens no lago Tjörnin, junto ao centro da cidade

A nova loja de discos Havarí, onde decorria um concerto dos Tape Tum

A singularidade do colorido das casas, cativa-nos a cada instante

Hallgrímskirkja, a catedral luterana, que se vê a 20 Km de distância

Vista das torres de arrefecimento, na estação geotérmica de Hellisheiði

Cavalos islandeses, disponíveis para passeio na região de Gullfoss

A colossal queda de água do rio Hvítá, em Gullfoss (Catarata Dourada)

A imponência da natureza, num momento da viagem entre Gullfoss e Geysir

O Strokkur, junto ao grande Geysir, que deu o seu nome a todos os géisers

A falha geológica em Þingvellir separa os continentes americano e euro-asiático

No parque de Þingvellir, onde em 930 se fundou o primeiro parlamento

De regresso a Reiquejavique, dois jovens consertam um telhado junto ao hotel

A cada esquina há uma combinação de cores e de formas que nos encanta

A Fríkirkjan í Reykjavík (Igreja Livre em Reiquejavique), junto ao Tjörnin

A cidade é para as pessoas e, em Austurstraeti, os cães ainda não são tolerados

Um mural no edifício onde existia a famosa sala de concertos Sirkus

Da mostra Villa Reykjavík, a "Normalidade é a nova vanguarda"

O Kaffibarinn, frequentado pelo vocalista dos Blur, Damon Albarn

Uma noite de Verão, já tarde, com um interminável crepúsculo

Conhecida como Blue Lagoon, esta lagoa de água quente é o Paraíso na Terra

À saída da "Lagoa Azul", três animados víquingues de faz-de-conta

Lá dentro, prevalece a descontracção, como se o dia não tivesse fim

Uma casa forrada a chapa ondulada, sem qualquer pintura exterior

Entre o porto e o mar, está a ser erigido o novo centro cultural Harpa

Pormenor exterior, numa loja de bric-a-brac

Vista da Hallgrímskirkja, em direcção ao porto, atravessando Skólavörðustígur

Dead, uma loja estranha, mas cativante, de T-shirts artesanais

A decorar a loja, havia uma mostra de arte de um dos criativos

A loja da Bad Taste Records, a casa que lançou Björk e os Sigur Rós

A residência oficial da Primeiro-Ministro islandesa, no centro da cidade

NASA, a discoteca e sala de concertos de eleição, na praça de Austurvöllur

Icelandic Fish & Chips, um restaurante de referência junto ao porto marítimo

A editora power-pop-punk e loja de discos 12 Tónar, casa dos Jakobínarína

Já de volta a casa, dentro do metro, à saída do aeroporto do Porto.