2011/05/14
2011/05/06
2011/05/02
2011/04/30
braga, 1987
Desse fim-de-semana muito curto, de uma noite só, com os detalhes já quase apagados da memória, permaneceu indelével um encontro inesperado e espontâneo de dois corações, que se deitaram lado-a-lado e entre si comunicaram expressivamente (como é sabido que os corações o sabem fazer). É certo que na manhã seguinte já tínhamos estabelecido votos de fidelidade entre nós e hoje, quase 25 anos passados, voltamos a fazer-vos eco desse momento, desse compromisso, não só porque nos sentimos muito felizes mas, também, porque esperamos que o nosso exemplo possa inspirar muitos mais.
Agora só para o meu amor: não sei se te ofereça uma sucessão de beijos ou um beijo infindo mas, de uma ou outra forma, na proximidade ou na distância, o meu coração continua intensamente ligado ao teu, como no primeiro dia... ***
2011/04/25
2011/04/22
ninhos e ovinhos
2011/04/19
a arte de negar a arte
Em Évora, no fórum da Fundação Eugénio de Almeida, está a decorrer desde ontem e até 12 de Junho a exposição «Duchamp: A Arte de Negar a Arte», dedicada a Marcel Duchamp, artista relacionado com as vanguardas da primeira metade do século XX, que foi um dos maiores impulsionadores do movimento que deu lugar ao Dadaísmo.
O movimento Dadá teve início em Zurique, na Suíça, em 1915, nos tempos conturbados da primeira Grande Guerra. Na sua formação estiveram, além de Marcel Duchamp, filósofos, escritores e artistas plásticos como Tristan Tzara, Hugo Ball e Hans Arp. Estes pensadores e artistas encontravam-se regularmente no clube nocturno Cabaret Voltaire, onde mostravam a sua arte. Entre os maiores propósitos do movimento dadaísta estava a ruptura dos artistas com os conceitos tradicionais de arte, valorizando a liberdade individual sem restrições, o happening (o acontecimento espontâneo) e, até, a anti-arte.
«Duchamp: A Arte de Negar a Arte» mostra 46 obras diversas do artista de origem francesa (1887-1968), incluindo algumas das suas mais famosas peças, como é o caso da «Fonte», criada em 1917 a partir da manipulação e recontextualização de um urinol.
2011/04/12
exploradores
Foi a 12 de Abril de 1961: o pioneirismo na exploração do espaço pela União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (poderia ter posto apenas URSS, mas muitos talvez não soubessem o significado da sigla) levou Iuri Gagarin a tornar-se no primeiro ser humano a viajar fora da Terra. Deu uma volta inteira ao planeta dentro da sua nave espacial e proferiu uma exclamação que já todos nós nos esquecemos que foi sua - "a Terra é azul!"Hoje apetece-me sonhar como terá sido para esse homem encontrar-se sobre o azul celeste e voltar para nos contar. Ou deslumbrar-me, ainda, com a imagem de um outro explorador que também voltou e nos mostrou algo tão belo como o que acima se vê. Na galeria de bmiersma há muitas fotos extraordinárias, mas a da casa com a montanha por cima (até parece que foi lá colocada) é a que mais me fascina – eu imagino-me a deitar a cabeça à janela, olhar bem para o alto e, por mais estranho que pareça, a dizer ao mundo "o céu é castanho!"
Às vezes, a verdade mostra-se nas cores que menos poderíamos esperar...
2011/04/11
Subscrever:
Mensagens (Atom)





