2011/05/28

prefacio para un viaje en andalucía (seis)

Na Andaluzia, alguns praticantes de naturismo experimentam o body paint, atividade agradável e divertida que se vai popularizando entre nudistas e naturistas. A imagem à esquerda (editada a partir de outra com origem no blogue Nudismo en Córdoba) ilustra a sua utilização entre os andaluzes, que já começam a saber quais as tintas que provocam ou não irritações cutâneas, utilizando preferencialmente as acrílicas.
Também deveras interessante é o documentário «Vivre Nu: A la Recherche du Paradis Perdu», realizado por Robert Salis em 1993, a que chegámos através do blogue La Isla Natural y Naturista. É um filme que nos apresenta o Domaine de Bélézy, um centro de férias idílico próximo do Monte Ventor, no coração da Provença (França), onde a prática do nudismo é vivida numa comunidade de gente de ambos os sexos e de todas as idades, com total naturalidade e respeito, mesmo entre famílias. É algo que decorre há já várias décadas, como se poderá ver. Também o filme está disponível aqui, através de ligação direta no título desta entrada. É longo (01h42), mas vale a pena vê-lo e adquiri-lo.
A cada semana que passa, as nossas férias ficam mais próximas e esta sexta edição do «prefacio para un viaje en andalucía» é mais um momento que solta a nossa imaginação para os dias que vão chegando e aproximando-nos do nosso destino deste ano: a andaluza Vejer de la Frontera.

2011/05/27

infinitamente pouco

Este era o meu pai, em 1940. Pela data do documento onde a foto foi colada (um Bilhete de Identidade da época), ele teria no máximo 22 anos de idade. Cresceu e envelheceu. Em 1996 tinha já 79 anos, quando partiu. Sem uma despedida sequer, porque foi vítima de um acidente. Durante dois dias resistiu entregue aos cuidados intensivos de um hospital e, depois,... desligaram-lhe a máquina. Estava previsto que pudesse acontecer às 6 da tarde, se até lá não houvesse sinais vitais autónomos. Sabíamos que provavelmente não haveria. E não houve...
Passaram-se 15 anos. 15, um número demasiado "redondo" para não o assinalar! Até porque este "rapaz" merece que o seu filho o recorde mais uma vez. Com admiração, com orgulho, com saudade e nada mais. Não com lágrimas, nem amarguras. Tudo isso já houve, porque teve de haver e não para mostrar ao mundo.
Recordar é porque a imensidão do que ficou, o que nos resta, é sempre infinitamente pouco!

2011/05/20

dancem, dancem...

... de outra forma estamos perdidos.

2011/05/18

como os alemães

"Não se trata só de não contrair dívidas. Em países como a Grécia, Espanha e Portugal, as pessoas não devem poder ir para a reforma mais cedo do que na Alemanha", afirmou a chanceler num comício partidário na terça-feira à noite, em Meschede (na Renânia) ler o artigo completo no Público, disponível através da ligação neste título.
Muito preocupada connosco, Angela Merkel lembrou-se desta e das nossas férias também "Todos temos de fazer um esforço, isso é importante, não podemos ter a mesmo moeda, e uns terem muitas férias e outros poucas", disse ainda mas esqueceu-se que gregos, espanhóis e portugueses também querem trabalhar, ganhar e viver como os alemães!

2011/05/17

dia mundial de luta contra a homofobia e transfobia

A história faz-se com exemplos e com lutas - hoje, todos os dias, sempre!

2011/05/14

2011/05/06

2011/05/02

prefacio para un viaje en andalucía (cinco)

A Andaluzia num retrato da Espanha evocada pelo realizador Carlos Saura,
a partir da suite «Iberia», do compositor Isaac Albéniz.

2011/04/30

braga, 1987

Já nos conhecíamos desde Outubro, mas foi quase meio ano depois, no final do último dia de Abril de há 24 anos, que partimos do Porto para Braga, de comboio, onde passaríamos um par de dias juntos. Da velha estação seguimos a pé para a casa de um recente amigo (gay), que nos esperava. Pouco depois de chegarmos, e de lhe ter apresentado o Gonçalo, anunciou-nos que ia passar a noite a casa da sua mãe, deixando-nos a chave e entregues a nós próprios até ao final da manhã seguinte.
Desse fim-de-semana muito curto, de uma noite só, com os detalhes já quase apagados da memória, permaneceu indelével um encontro inesperado e espontâneo de dois corações, que se deitaram lado-a-lado e entre si comunicaram expressivamente (como é sabido que os corações o sabem fazer). É certo que na manhã seguinte já tínhamos estabelecido votos de fidelidade entre nós e hoje, quase 25 anos passados, voltamos a fazer-vos eco desse momento, desse compromisso, não só porque nos sentimos muito felizes mas, também, porque esperamos que o nosso exemplo possa inspirar muitos mais.

Agora só para o meu amor: não sei se te ofereça uma sucessão de beijos ou um beijo infindo mas, de uma ou outra forma, na proximidade ou na distância, o meu coração continua intensamente ligado ao teu, como no primeiro dia... ***

2011/04/25

patchwork

25 Abril 2011 e depois?...