Desde ontem, o nosso principal período de férias parece determinado. Assim que acertemos alguns detalhes como a data exacta do início e do fim já não ficarão quaisquer dúvidas quanto à amplitude das datas em que poderemos partir e voltar. Há uma semana tínhamos já feito um estudo muito detalhado das possibilidades, tendo em conta que o nosso aeroporto de partida seria o do Porto e o de chegada seria o de Reiquejavique (Keflavík, para ser mais exacto), havendo que encontrar um ponto a meio do percurso que nos servisse de ligação, uma vez que não existem voos directos. Analisámos companhias, datas, horários e preços e cruzámos os resultados para eliminar o que não nos servia e para realçar as melhores opções. Algumas decisões parecem já estar tomadas: a ligação será feita em Londres (via Gatwick) e os voos do Porto para lá e de lá para cá serão feitos na easyJet (companhia que nunca usámos antes). De Londres para Reiquejavique usaremos a Iceland Express, que é a companhia islandesa de baixo custo. Teremos também que fazer a marcação do hotel em Reiquejavique, havendo ainda muitas opções para explorar, apesar de estarmos a manter duas sob observação mais detalhada. São pequenos passos, que nos levam aonde queremos chegar. Deles fizemos este memorando para nós próprios, que é também mais um pouquinho do nosso sonho que queremos continuar a partilhar convosco. Virão a seguir as marcações, até porque no espaço de apenas uma semana os preços dos voos na easyJet para Gatwick já subiram. E, se calhar, vão continuar a subir! Como os aviões...
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2010/03/03
chegar a keflavík via gatwick
Desde ontem, o nosso principal período de férias parece determinado. Assim que acertemos alguns detalhes como a data exacta do início e do fim já não ficarão quaisquer dúvidas quanto à amplitude das datas em que poderemos partir e voltar. Há uma semana tínhamos já feito um estudo muito detalhado das possibilidades, tendo em conta que o nosso aeroporto de partida seria o do Porto e o de chegada seria o de Reiquejavique (Keflavík, para ser mais exacto), havendo que encontrar um ponto a meio do percurso que nos servisse de ligação, uma vez que não existem voos directos. Analisámos companhias, datas, horários e preços e cruzámos os resultados para eliminar o que não nos servia e para realçar as melhores opções. Algumas decisões parecem já estar tomadas: a ligação será feita em Londres (via Gatwick) e os voos do Porto para lá e de lá para cá serão feitos na easyJet (companhia que nunca usámos antes). De Londres para Reiquejavique usaremos a Iceland Express, que é a companhia islandesa de baixo custo. Teremos também que fazer a marcação do hotel em Reiquejavique, havendo ainda muitas opções para explorar, apesar de estarmos a manter duas sob observação mais detalhada. São pequenos passos, que nos levam aonde queremos chegar. Deles fizemos este memorando para nós próprios, que é também mais um pouquinho do nosso sonho que queremos continuar a partilhar convosco. Virão a seguir as marcações, até porque no espaço de apenas uma semana os preços dos voos na easyJet para Gatwick já subiram. E, se calhar, vão continuar a subir! Como os aviões...
2007/07/30
notas de viagem II: marc almond
Há uma entrada atrás o Gonçalo referia que as coincidências formam cadeias de sentido e, sublinhando a lógica reparo como aconteceu a nossa presença no concerto dos 50 anos de Marc Almond, em Londres, no Sheperds Bush Empire.Sairíamos do Porto a 6 de Julho e voltaríamos a 11. Por coincidência, a 9 o Marc daria um concerto e nós estaríamos lá. Fã antigo do cantor dos Soft Cell, seria impossível evitá-lo. Os contactos foram feitos e os bilhetes adquiridos. A sala do Shepherds Bush Empire, onde em tempos a BBC gravava os seus programas de teatro, é famosa pelo ambiente acolhedor e pela boa acústica. Dirigimo-nos ao local cerca de uma hora antes, quando as filas começavam ainda a ser formadas. Pela primeira vez nesta viagem uma chuva ligeira, mesmo muito leve, cobriu as ruas de Londres. Antes de entrarmos já tinha parado. Por essa altura a quantidade de gente que esperava pela abertura das portas era surpreendente, mas a ordem mantinha-se e todos aguardavam em duas filas enquanto se trocavam olás e abraços entre amigos que talvez não se vissem há imenso tempo. Chegando a nossa vez de entrar, fomos orientados para o 1º balcão, onde conseguimos ocupar duas das cadeiras centrais na segunda fila. A luz era suave e quente, a música ambiente cumpria a função de nos ambientar. Durante uma meia hora ia-se vendo quem chegava, como a sala se enchia, quem ocupava as cadeiras à esquerda e à direita da boca de cena, reservadas aos convidados. Pareceu-nos reconhecer entre eles algumas presenças previsíveis: Pierre et Gilles à nossa direita, que se fartaram de aplaudir e trocar acenos e beijos com Marc; Matthew Stradling, à nossa esquerda, aparentemente acompanhado por uma amigo, e logo a seguir os Coil de Peter Christopherson e John Balance, mais um par de outros elementos das tribos descendentes dos Throbbing Gristle e dos Psychic TV...
À hora, Marc entrou em cena com a sua banda. Os aplausos imediatos deixaram-no seguro da sua noite especial. Ofereceu-nos a sua criativa versão de «Jackie» de Jacques Brel, a histórica «Caroline Says» de Lou Reed, ou o muito seu «I Have Lived» de Charles Aznavour, bem como muitas mais versões, como seria de esperar, entre outros tantos originais. Mas foi «Tainted Love» que fez agitar toda a sala e «Say Hello, Wave Goodbye» que confirmou a disposição dos presentes para ficar ali a cantar com Marc pela noite fora.
«Happy Birthday» também foi alegremente cantado por todos nós e Marc não conseguiu esconder a sua profunda emoção. Escreveram os cronistas que lá estiveram que o concerto durou 150 minutos, num único take. O que bem mostra a forma de Marc Almond, apesar dos 50 anos.
Foi um dos concertos da minha vida, não tenho dúvidas!
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2007/04/19
o encanto da serpentine
A Serpentine Gallery é uma das galerias de arte mais apreciadas em Londres, devido ao seu trabalho na promoção arrojada de novos valores artísticos britânicos e internacionais. Fica situada na antiga casa de chá de Kensington Gardens, bem no coração do Hyde Park. Defronte está o lago serpenteante que lhe dá o nome e não muito distante a estátua de Peter Pan (a norte) ou o memorial à Princesa Diana (a este). Não longe (a nordeste) encontra-se ainda a famosa Speaker's Corner, onde há constantemente alguém a defender discursivamente os seus ideais... perante quem calha. A galeria existe desde 1970, mas o pavilhão original é de 1934. Quase 750.000 pessoas já a visitaram e nela foram encontrar exposições de artistas de mérito e fama como Man Ray, Henry Moore, Andy Warhol, Bridget Riley, Allan McCollum ou Damien Hirst. A galeria foi concebida pelo Concílio Britânico das Artes e nos primeiros anos de existência apenas se encontrava aberta nos meses de Verão. Em 1986 passou para a direcção de Julia Peyton Jones, que a fez renascer. Hoje, além das exposições temporárias que se podem visitar livremente, a galeria oferece também um pavilhão de Verão, que se contrói nos terrenos anexos sob a direcção de um difrente arquitecto convidado em cada ano: Zaha Hadid, Daniel Libeskind, Oscar Niemeyer, Toyo Ito, Rem Koolhaas, Cecil Balmond ou os portugueses Álvaro Siza e Eduardo Souto de Moura foram alguns dos autores.Trajectos (e respectivas estações de Metro): via a Peter Pan Statue (Lancaster Gate), via o Diana Memorial (Hyde Park Corner ou Knightsbridge), via a Speaker's Corner (Marble Arch).
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