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2009/11/18

viagens / imagens

A preparar uma nova viagem de trabalho para daqui a um par de meses, lembrei-me de fazer um balanço simples dos locais fora de Portugal onde já dormi (se fosse considerar todos os visitados, a lista ficaria grande demais). Os países visados foram Espanha, França, Alemanha, Grécia, Itália e Reino Unido (por esta ordem, precisamente). Neles pernoitei em Vigo, Vilagarcía de Arousa, Salamanca, Madrid, Barcelona, Santiago de Compostela, Corunha, Sitges e Cadaqués (em Espanha), Nice, Paris, Aix-en-Provence, Marselha e Cannes (em França), Munique, Atenas, Veneza e Londres (nos restantes quatro). Ficam de seguida retratos de cada uma das localidades, mostrados por ordem alfabética, que foram "captados" no Google Images e depois respeitosamente editados um a um para que combinassem com os demais:

2006/07/06

sitges romântica

O modernismo marcou a Catalunha do início do século XX através das artes, onde a arquitectura teve um papel preponderante e Antoni Gaudí um expoente reconhecido em todo o mundo. Mas não é da Casa Milà ou da Sagrada Família ou mesmo do Park Güell — as obras maiores de Gaudí — que venho aqui falar, antes de outras obras, de outras edificações, que não ficam muito longe da capital catalã.
Com muito calor à porta e férias no horizonte, o meu destaque de hoje vai todo para a pequena localidade de Sitges, situada a uns 40 quilómetros ao sul de Barcelona (sudoeste, para ser mais rigoroso), onde no Verão de 2001 estivemos instalados alguns dias. Inicialmente, arrastados pela Drowned World Tour da Madonna (o meu companheiro é fã, já todos sabem, e eu vou atrás), escolhemos o Hotel Romàntic (na foto e no link) para ficar. Mas já era tarde demais, o hotel estava já cheio para as datas que nos convinham e acabamos num outro a uns 250 metros da praia, o Hotel Montserrat, agradável também mas bem mais modesto e convencional.
Já o mesmo não se pode dizer de Sitges: nos anos 60 foi o principal pólo da contracultura ao regime ditatorial de Francisco Franco; com a democracia desenvolveu-se e tornou-se num grande centro turístico do Mediterrâneo e, para nosso gozo, uma das maiores atracções gay de todo o mundo. Para quem ainda não conhece, Sitges é sol, praia, gente, gente bonita, muita gente, gastronomia, paisagem, discotecas, afectos, vício para quem o procura. Sitges é romântica e é obrigatória. É para ver e para rever. Para estar e para voltar. Bem acompanhado. Com tempo. Com antecipação.
Sitges é para se viver e recordar!