2008/10/12

entrevista em contraluz

Foi-nos pedida uma entrevista (conversa gravada, melhor dizendo) pelo blogue Em Contraluz, do nosso amigo Tiago. A entrevista foi realizada ontem, 11 de Outubro de 2008, o dia seguinte ao chumbo pela Assembleia da República das propostas de legalização do casamento entre pessoas do mesmo sexo. Por agora (não é para sempre) pode ser ouvida na barra lateral do nosso blogue mas, em qualquer altura, poderão procurá-la no sítio original através da ligação que ficará no título para quem chegar mais tarde. Obrigado ao Em Contraluz pela oportunidade de abrir mais um debate sobre o casamento entre pessoas do mesmo sexo. Prometemos que no dia do casamento serão nossos convidados!

4 comentários:

Anónimo disse...

Gostei da sobriedade do conteúdo, pela vossa realidade e pela síntese do que se pretende com a igualdade de direitos.

E quando vos ouvia, imaginava anúncios institucionais... não custava nada, para abrir os olhos a esta gente...

Que pelo menos vocês continuem juntos! Os outros também, prontoS!

PS: Gostei do ligeiro
sotaque de ambos :)

Anónimo disse...

Olha que giro!Gostei.Escutei com especial atenção a reacção das outras pessoas à vossa relação, que de certa forma torna mais visível a homossexualidade de cada um individualmente. Eu nunca fui alvo de uma homofobia violenta ou mais directa e descarada, mas sinto que também faço por isso. Para além de estar sempre a lidar com pequenos sinais que me mostram como o assunto está longe de ser pacífico nas cabeças de muitas pessoas.Mas tb quem me manda ter 'olho clínico' ;-)
Um abraço.

Anónimo disse...

Esqueci-me de dizer uma coisa: lá nom eu gym há um casal de gays mais que assumidos (e juntos há trilhões de anos), mas que primam pela educação e respeito, o que faz com que sejam sempre tratados como iguais e com o mesmo respeito (e carinho) porque são pessoas de boa índole.

C'est tout :)

Gonçalo disse...

Olá engine e rui, muito obrigado pelos vossos simpáticos comentários. A nossa experiência passa pelo respeito (e carinho) de que falas, engine, e pelos pequenos sinais que demonstram que o assunto não é pacífico, rui. Para demonstrar que os primeiros existem e são possíveis e que os segundos ainda não desapareceram mas têm que acabar, é que aceitámos dar a entrevista. Esperemos que tenha algum efeito positivo. Abraços.