Nalguns países, Estados Unidos (ou parte deles) incluídos, podemos utilizar a expressão recém-casados para nos referirmos a dois homens ou duas mulheres que, em posição de igualdade perante a lei, o fez — casou. E é com essa expressão, mais exactamente «The Newlywed Gays», que o New York Times destaca em capa de revista de Abril do ano passado um longo artigo de Benoit Denizet-Lewis sobre as motivações e preparativos do casamento, bem como o acompanhamento dos primeiros tempos da vida de casal, de alguns jovens gay que decidiram dar o passo — casar! Ao longo do texto, e pelas entrevistas que são conduzidas aos protagonistas destas bodas alegres, revelam-se casos de longos noivados e outros de amor à primeira vista; festas de casamento com família, convidados e rituais, e simples registo civil; dúvidas e certezas; distribuição de tarefas domésticas; reacções de família e de pessoas no dia-a-dia; sucessos e divórcios... O artigo funde a familiaridade de situações a que estamos já habituados pelo convívio com casais heterossexuais com as novas realidades criadas pelo reconhecimento do casamento civil entre pessoas do mesmo sexo. Podem ler o artigo seguindo a ligação no título desta entrada e, talvez, como aconteceu comigo, concluir que a legalização do casamento entre homossexuais é na verdade um pequeno mas urgente passo, perante tudo aquilo que fica pela frente, por fazer... E depois sonhar com os deliciosos quadros de felicidade conjugal com que Erwin Olaf parodia a América dos anos 50, nas fotografias que ilustram o texto.
2009/06/12
recém-casados
Nalguns países, Estados Unidos (ou parte deles) incluídos, podemos utilizar a expressão recém-casados para nos referirmos a dois homens ou duas mulheres que, em posição de igualdade perante a lei, o fez — casou. E é com essa expressão, mais exactamente «The Newlywed Gays», que o New York Times destaca em capa de revista de Abril do ano passado um longo artigo de Benoit Denizet-Lewis sobre as motivações e preparativos do casamento, bem como o acompanhamento dos primeiros tempos da vida de casal, de alguns jovens gay que decidiram dar o passo — casar! Ao longo do texto, e pelas entrevistas que são conduzidas aos protagonistas destas bodas alegres, revelam-se casos de longos noivados e outros de amor à primeira vista; festas de casamento com família, convidados e rituais, e simples registo civil; dúvidas e certezas; distribuição de tarefas domésticas; reacções de família e de pessoas no dia-a-dia; sucessos e divórcios... O artigo funde a familiaridade de situações a que estamos já habituados pelo convívio com casais heterossexuais com as novas realidades criadas pelo reconhecimento do casamento civil entre pessoas do mesmo sexo. Podem ler o artigo seguindo a ligação no título desta entrada e, talvez, como aconteceu comigo, concluir que a legalização do casamento entre homossexuais é na verdade um pequeno mas urgente passo, perante tudo aquilo que fica pela frente, por fazer... E depois sonhar com os deliciosos quadros de felicidade conjugal com que Erwin Olaf parodia a América dos anos 50, nas fotografias que ilustram o texto.
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5 comentários:
Então e eu, amigo Félix?
Vou-me contentando com as alianças.
Ao menos vocês, Luís e Gonçalo, tem o vosso ninho de amor e como eu o conheço já, posso dizer que ele é muito sólido e belo.
Abraços a todos.
Excecionalmente e a pedido do autor, foi removido o 1º comentário desta estrada (efetuado a 12 Junho, 2009 15:23) e o 3º (efetuado a 12 Junho, 2009 21:22). Dos cinco comentários anteriores ficam, assim, apenas três, aos quais se acrescentou esta explicação, à data da alteração.
No seguimento da nota anterior e por insistência justificada do autor, viemos também aqui expurgar toda e qualquer referência à assinatura do interessado, que passa doravante a ser mencionado como ******, no texto que abaixo se transcreve:
Comentário do Gonçalo...
Olá ******: e com casamento Americano queres dizer um casamento na América, um casamento legal ou um casamento sem cerimónia?... De qualquer forma o jantar de amigos parece-me bem :-) Mas casas quando o puderes fazer, não é?
Comentário do Luís...
Obrigado, Ping! Quando tu ou o ****** ou os nossos amigos Felizes (ou até outros que não vou enunciar agora) passarem de novo pelo Porto teremos muito gosto em combinar um jantarinho ou um café num recanto bonito desta bela cidade ou no "ninho" a que te referes. Obrigado! Abcs,
NOTA FINAL - Não só manifestamos que damos como definitivamente terminadas estas correções, como evidenciamos que em eventuais casos idênticos não atuaremos de forma semelhante.
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