Andava à procura de imagens da nova edição (Assírio & Alvim) de «O Livro Branco», de Jean Cocteau (1889-1963), e acabei a descobrir uma aliança desenhada pelo artista francês para a oficina do seu amigo Louis-François Cartier, o célebre relojoeiro e joalheiro cujo nome ainda faz furor (e muito) nos nossos dias. A aliança de elos triplos Trinity foi lançada em 1924, após Cocteau a ter desenhado para evocar a sua paixão por Raymond Radiguet (1903-1923). Cada um dos elos era feito num metal diferente, representando a amizade (a ouro branco), a fidelidade (a ouro amarelo) e o amor (a ouro rosa). Ora, apesar de nós dois já usarmos um belo anel-aliança de prata desenhado por Goti, nos tempos que correm devemos ponderar se um verdadeiro casamento não mereceria ser assinalado com novas e verdadeiras alianças. De uma forma ou de outra (por comentários aqui ou entradas nos vossos blogues) venham daí muitas sugestões!
2010/03/18
fruto da paixão
Andava à procura de imagens da nova edição (Assírio & Alvim) de «O Livro Branco», de Jean Cocteau (1889-1963), e acabei a descobrir uma aliança desenhada pelo artista francês para a oficina do seu amigo Louis-François Cartier, o célebre relojoeiro e joalheiro cujo nome ainda faz furor (e muito) nos nossos dias. A aliança de elos triplos Trinity foi lançada em 1924, após Cocteau a ter desenhado para evocar a sua paixão por Raymond Radiguet (1903-1923). Cada um dos elos era feito num metal diferente, representando a amizade (a ouro branco), a fidelidade (a ouro amarelo) e o amor (a ouro rosa). Ora, apesar de nós dois já usarmos um belo anel-aliança de prata desenhado por Goti, nos tempos que correm devemos ponderar se um verdadeiro casamento não mereceria ser assinalado com novas e verdadeiras alianças. De uma forma ou de outra (por comentários aqui ou entradas nos vossos blogues) venham daí muitas sugestões!
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2 comentários:
É muito bela esta aliança; acho que devem sempre trocar novas alianças, acto simbólico de muita relevância, em qualquer casamento, pese embora nada vá modificar os vossos sentimentos mútuos, já simbolizados nos anéis que agora usam.
Mas isto é uma opinião, como vocês pediam, apenas e tão só.
O importante é casar!!!!!!!!
Há uns anos eu nem sequer admitia meter uma argola nos dedos. Sentia-me oprimido, estrangulado!... Mas o amor tem destas coisas, pelo que hoje penso de forma diferente, olho para as alianças de forma diferente e sonho, que mais não é ainda do que sonhar.
Casar sim, sem dúvida!!!!!!!! :)
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