Conheci Bruce LaBruce (1964) pelo seu fanzine queerpunk J.D. e, depois, através da importação de um exemplar (ainda em VHS) do seu filme de culto «No Skin Off My Ass», um must have do cinema homossexual. Escritor, actor, fotógrafo, realizador, este canadiano nascido Justin Stewart é uma referência verdadeiramente excepcional no mundo da arte gay mais marginal. Se isto lhe diz alguma coisa, o melhor é mesmo estar atento e não o perder de vista...Importado do blogue l'avion rose
2 comentários:
Amigo Luís
conheci quase toda a obra cinematográfica de Bruce Labruce, há uns poucos anos, durante um festival de cinema gay, aqui em liboa, em que ele era um dos convidados especiais e onde foram apresentados a maioria dos seus filmes. Devo confessar que não é o meu género de cinema, a cair no expeerimental; foi mesmo uma desilusão, para mim e para qusae toda a gente, pois as sessões com os seus filmes estavam sempre às moscas.
Um abraço.
Meu querido Ping: Discordar "nunca" fez mal a ninguém, portanto discorda à vontade. Acontece que eu gosto do que gosto e gosto do experimental não por ser experimental (é o mesmo que dizer o inverso a quem só gosta de vanguardas e experimentais e assim). O experimental para mim não é um bicho e, sendo bem feito, até é um atractivo. Quanto ao Bruce, acho que não o conheço tão bem quanto tu, uma vez que eu só vi o «No Skin Off My Ass» (que temos em VHS) e, recentemente, o «Sugar» (que finalmente adquirimos em DVD e no qual ele é apenas o autor do guião). Claro que há outros media pelo meio, que ajudam a fazer e a fundamentar uma opinião. E talvez porque eu sempre fui (sem nunca ter sido) um admirador dos punks e do movimento punk, havia no trabalho dele mais esse apelativo. Mas não só: foi através do Bruce LaBruce que eu tomei conhecimento do movimento QueerPunk e, numa outra perspectiva, consegui entender a diferença entre GAY e QUEER. O que, aliás, nos trás aos dias de hoje, em que finalmente consigo também entender (e aceitar) as diferenças entre GAY e HOMOSSEXUAL. Mas estávamos a falar sobre arte, não era?!... Abraço,
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